domingo, 24 de agosto de 2014

Vou de departamento: C&A

Oi meninas, hoje vim trazer pra vocês alguns achados na C&A. O que eu acho mais legal em lojas de departamento é que nós conseguimos acompanhar as tendências da moda por um preço bem razoável e acessível. Então, vou mostrar pra vocês as peças que eu achei mais interessantes na última semana.

Na C&A encontrei muitas coisas interessantes e em um ótimo preço. Vou começar por este vestidinho nude que é uma graça. Por marcar a cintura ele fica bem feminino, ao mesmo tempo em que é mais comportado, com mangas ¾. Eu até tentei trazer o bichinho comigo, mas como eu sou muito pequena, ele ficou um pouco comprido e apesar de ter gostado bastante do modelo, eu não me apaixonei por ele, por isso não achei que valeria à pena comprar para fazer ajustes.


R$ 49,90
              A segunda peça é esta camisa com uma estampa fofíssima de flores que é da coleção passada amo isso porque significa promoção, hahaha, também estava remarcada e eu tive a sorte de encontrar uma do meu tamanho. Eu ando a louca das camisas e não posso ver uma bonitinha que já quero no meu armário. Em minha defesa posso falar que comecei a trabalhar recentemente e não dá para usar no trabalho camisetas que usava na faculdade, né? Por este motivo, esta é a mais nova camisa a compor o meu guarda-roupa e eu estou apaixonada.


Estampa fofíssima. <3

 Além da estampa de inúmeras florzinhas, ela tem uns babadinhos que eu achei uma graça.

É uma verdadeira luta encontrar algo em preço promocional que seja do meu tamanho. Por isso eu precisei trazer esta saia em tamanho maior por ela ser simplesmente linda e não ter do meu tamanho. Tenho duas teorias para a falta de peças 36 nas lojas: ou existem muitas meninas pequenas, ou fabricam apenas dois 36 de cada modelo, porque não é possível! Então, voltando à saia, além de ser longa (que eu amo), a estampa foi amor à primeira vista. Ainda dentro da loja todo mundo ficava me perguntando onde eu tinha encontrado. Uma senhora que estava na fila do provador ficou todo o tempo em que eu estava provando falando: “tem uma moça com uma saia linda, não sei onde ela encontrou”. Hahaha
E se o 36 estava difícil, corri na maratona pelo 38 e deixei uma menina #chateada porque era a última peça. Só posso pedir desculpas. =x

                       
                         <3
Mais uma estampa linda




















Gente, fala sério, não é linda? Que estampa é essa? *-* Ela tem duas fendas dos lados, o que pra mim seria um ponto negativo, mas a estampa e o preço me ganharam, ela estava por uma bagatela de R$ 39,90. É muito amor, né não?
Outra peça que amei foi essa calça pantalona de cintura alta que eu acho chiquérrima e não tinha nenhuma. Essa também estava remarcada e tinha o meu tamanho. :DDD (pulinhos de alegria) Apesar disso, ainda vou ter que mandar fazer a barra, mas como ela é linda, achei que valia à pena trazer.

Olhando assim a gente não dá muito por ela, né? Mas vestida fica liiinda demais. Custou R$ 49,90.

A C&A está com uma coleção de vestidos super legais. Um modelo que eu amei foi este de neoprene que tinha verde, azul e estampado. Estavam custando R$ 79,90.




Apesar de lindo, no meu corpo não vestiu bem. Choremos :’(

           Outros que eu achei lindos foram estes com estampa de flamingos. Não sei quanto estavam custando, sorry. Mas deve ser algo em torno de R$ 69,90 – 79,90. 



          Tem várias outras peças com esta mesma estampa, como este short-saia lindo. É uma pena que eu tenha um problema com esta peça. Sério, nenhum short-saia fica bom em mim. =/



E por último, escolhi essa blusinha cropped de renda preta. Ela é bem simples, mas já faz um tempo que eu queria algo do tipo pra usar com uma saia que está parada no meu guarda-roupa. Além de que estava por um preço bom.

R$ 39,90
Então gente, é isso. Me contem quais peças vocês mais gostaram, tá?. Beijos. ;**






domingo, 27 de julho de 2014

Beleza: Desconstruindo Padrões

No início desse mês, houve o anúncio de um novo tamanho de roupas fabricado pela marca Abercrombie & Fitch e toda uma polêmica surgiu em volta do tema. O novo tamanho seria o triplo 0 ou XXXS, que vestiria mulheres super magras. Junto com a polêmica que envolve os transtornos alimentares como anorexia e bulimia, veio a revolta das mulheres que estão acima do peso. O que mais me surpreendeu é que em todos os sites onde li a notícia, choviam comentários femininos que insultavam as mulheres magras. Aqueles comentários que nós sempre ouvimos como ‘anoréxicas’ e ‘doentes’, só que em uma quantidade assustadoramente grande. Gostaria de informar a quem pensa assim, que como existem gordinhas em guerra com a balança, existem meninas magérrimas na mesma situação. Nem todas essas meninas passam fome para ter esse corpo, algumas simplesmente são assim. Além disso, assim como gordinhas têm dificuldade para encontrar roupas que lhe caibam, as mais magrinhas também têm. Sabem por quê? Esses dois grupos estão fora do tal ‘peso ideal’, fora do padrão. Porque não, pelo menos na vida real, corpos super magros não são padrão. Corpos sarados de academia invadem a minha vida através de fotos e propagandas todos os dias e parece que para a maioria das pessoas ao meu redor esse é o padrão de beleza. Então entendam: ser magro pode parecer um sonho nas passarelas, em Hollywood e nos editoriais de moda, mas na vida real é bem diferente.
Sou defensora de um mundo onde as diferenças sejam melhores aceitas. Nós definitivamente não precisamos insultar as outras pessoas para nos sentirmos melhor, simplesmente por que não faz sentido. Não somos mais bonitas se aquela menina linda for considerada feia, não somos melhores se os outros forem considerados piores. Cada um é belo à sua maneira, temos apenas que compreender nosso corpo e nos aceitar da maneira que somos.
Aí muitas vão pensar “é fácil falar”. Sim, eu sei que na prática não é tão fácil assim, simplesmente por já ter escutado vários comentários maldosos quando mais nova. Depois de entrar na adolescência, lá pelos 14 anos já era bem mais resolvida com minha aparência. Na verdade sempre me achei bonita, mas foi nessa fase (quando começamos a nos interessar pelos garotos) que comecei a me descobrir. Então, foi nessa época que comecei a ouvir comentários tão maldosos quanto, mas dessa vez maquiados e por parte de uma amiga. Até hoje nós temos contato e até hoje ela fala coisas do tipo. Sabe de uma coisa? Não me importo. A opinião dela não é a minha. Sou linda, ponto.
Se você é do tipo que faz comentários negativos sobre o corpo das suas amigas pensando que está ajudando, pode parar. Sempre que uma amiga reclama que está acima do peso, gosto de ressaltar algo que eu verdadeiramente acho bonito nela. Por exemplo, garotas gordinhas quase sempre têm pernas lindas. Críticas não ajudam e vão fazer sua amiga se sentir bem pior (experiência própria).


Eu nunca vou ter o corpo da Nicki Minaj, a bunda da Kim Kardashian e muito menos a altura da Gisele Bündchen. Sou uma garota normal. Gostaria de ter mais curvas no meu corpo, assim como nos meus cabelos. Acho lindos aqueles cabelos bem cacheados/crespos, considero ondas bem mais interessantes visualmente. Quem me conhece sabe que não nasci com cabelo cacheado por engano, amo cachos. Ainda assim, sei reconhecer a beleza que há nos meus cabelos e tratei de aprender a fazer cachos para os dias em que a vontade de tê-los na cabeça for maior. 
Então vamos olhar as outras pessoas e a nós mesmos por outros ângulos, ao invés de procurar defeitos, procure o que mais lhe agrada em si e em quem está à sua volta. Quando passarmos a ver a beleza existente por trás dos padrões, o mundo ficará um lugar muito mais lindo. <3

domingo, 11 de agosto de 2013

Desafio dos 365 Dias



A leitura sempre foi uma das atividades que me dão mais prazer. Sou apaixonada particularmente pela literatura fantástica, acredito que pelo fato de poder conhecer lugares e seres que jamais conheceria de outra forma. Porém, ultimamente tem sido bastante difícil arranjar tempo para ler bons livros. Em grande parte pela faculdade que exige de mim quase todos os dias da semana e muitas noites. Resultado disso? Uma pilha de livros intocados e uma lista infinita de obras que eu pretendo ler/reler quando tiver tempo. Mas este é o último ano da faculdade, o que significa que será ainda mais difícil me organizar para fazer TCC além de cumprir as atividades comuns e ler todos os livros que quero.
Foi aí que, movida por um espírito leitor desapontado, resolvi me propor um desafio. Este consiste em ler 40 livros em 365 dias e para mim começou em 1º de agosto. A primeira obra que eu estou lendo é “A Tormenta de Espadas” de George R. R. Martin, que é o terceiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo. Assim, o desafio vai até 31 de julho de 2014.
O principal intuito é ler cada vez mais, de modo que se você quiser seguir esse desafio, pode adaptá-lo e sua lista pode ter mais ou menos livros que esta, de acordo com seus hábitos.
Adicionei abaixo a lista com os livros que pretendo ler esse ano. Nela tem alguns livros que eu quero ler há bastante tempo e outros já lidos, mas que são amores na minha vida, por isso pretendo relê-los.

1.      O Hobbit - J. R. R. Tolkien   
2.      A Tormenta de Espadas – George R. R. Martin
3.      O Festim dos Corvos – George R. R. Martin
4.      A Dança de Dragões – George R. R. Martin
5.      Orgulho e Preconceito – Jane Austen
6.      V de Vingança – Alan Moore
7.      O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry
8.      As Vantagens de Ser Invisível – Stephen Chbosky
9.      A Culpa é das Estrelas – John Green
10.    Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll
11.    O Sol é Para Todos – Harper Lee
12.    Jogos Vorazes – Suzanne Collins
13.    Em Chamas – Suzanne Collins
14.    A Esperança – Suzanne Collins
15.    O Diário de Anne Frank – Anne Frank
16.    1984 – George Orwell
17.    O Mundo se Despedaça – Chinua Achebe
18.    A Paz Dura Pouco – Chinua Achebe
19.    A Flecha de Deus – Chinua Achebe
20.    O Dia do Curinga – Jostein Gaarden
21.    Eu, Malika Oufkir, Prisioneira do Rei – Malika Oufkir
22.    Histórias Extraordinárias – Edgar Allan Poe
23.    Livro de Sonetos – Vinícius de Moraes
24.    O Jornalista e o AssassinoJanet Malcolm
25.    O Sobrinho do Mago – C. S. Lewis
26.    O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa – C. S. Lewis
27.    O Cavalo e seu Menino – C. S. Lewis
28.    Príncipe Caspian – C. S. Lewis
29.    A Viagem do Peregrino da Alvorada – C. S. Lewis
30.    A Cadeira de Prata – C. S. Lewis
31.    A Última Batalha – C. S. Lewis
32.    O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Noël Adams
33.    O Restaurante no Fim do Universo – Douglas Noël Adams
34.    A Vida, o Universo e Tudo Mais – Douglas Noël Adams
35.    Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes! – Douglas  Noël Adams
36.    Praticamente Inofensiva – Douglas Noël Adams
37.    Divergente – Veronica Roth
38.    Insurgente: Uma Escolha Pode Te Destruir – Veronica Roth
39.    Um Dia – David Nicholls
40.    Para Sempre – Kim Carpenter



Apesar da rotina corrida, espero conseguir cumprir o desafio. Vou fazer o melhor para isso. :)




quarta-feira, 12 de junho de 2013

Somos tão jovens e… o que mais?


Que filmes sobre a história de ídolos da música fazem sucesso no Brasil (e não só nele, mas em outros países também) a gente já sabe. Veja o grande sucesso que produções como “Cazuza”, 2 filhos de Francisco” e “ Gonzaga- de pai pra filho” fizeram. Na mesma onda, o longa Somos tão jovens (Brasil, 2013) baseado na história de um ícone do Rock Brasília que se tornou porta-voz da juventude urbana do país inteiro, chegou aos cinemas elevando as expectativas de cinéfilos, críticos e entusiastas. Pra tristeza geral, a expectativa foi alta demais. O filme é ruim? Não. Mas merecia ser melhor. "Higienizar" a carreira de Renato Russo não era a solução pra acertar no filme, mas foi exatamente o que eles fizeram.



A história de Renato (Thiago Mendonça) começa quando um pequeno acidente o leva a descobrir que sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.



Se você pensa que o filme se dá ao trabalho de te contar, ou melhor, mostrar fatos como esse, então já foi enganado, meu querido. A doença, sua recuperação e, principalmente, o tempo de formação de Renato em que lia e ouvia música são mostrados quase que como um flash. Ao mesmo tempo, outras situações se desenvolvem didaticamente demais. As falhas no roteiro ficam evidentes em vários momentos, mas as atuações de Thiago Mendonça (Russo) e Laila Zaid (Ana) seguram a onda e o filme. Já as outras são sofríveis, com exceção apenas para a de Bruno Torres (Fê Lemos). 
 
 

Os outros personagens soam caricatos. É muita falta de naturalidade, gente! Se a maioria das atuações é assim, pior é a falta de naturalidade com que a deixa de letras de canções que Renato viria a compor aparecem em diálogos e situações. Será que elas serviram de inspiração? Pode até ser, mas não colou. Ninguém fala: " Poxa, eu tô com um tédio com um T, assim, bem grande".
 



O filme dirigido por Antonio Carlos Fontoura se passa no período de 1976 a 1982, e mostra as várias descobertas de Renato: o movimento punk, a música como expressão, a sexualidade e sua clara insegurança por não se sentir bonito. A direção preferiu adotar como linguagem uma câmera próxima, trêmula, descompromissada com a forma tanto quanto o punk com a qualidade musical. O importante, nesse sentido, é a mensagem e nisso ele acertou: existem falhas no filme, mas existem bons momentos também. A reputação de Renato continua intacta após quase duas horas de película.

Já o roteiro de Marcos Berstein (o mesmo de Central do Brasil) suaviza demais temas da vida de Renato Russo que contrariam a própria sinceridade do cantor. Sinceridade pela qual, inclusive, era conhecido. Os questionamentos sobre sua sexualidade são rapidamente pincelados com um flerte aqui, um possível romance ali. A palavra de ordem foi a sutileza e a segurança presente na superfície.

Maquiagem para o dia dos namorados


Com o clima de amor no ar, a tendência é que incorporemos o romance ao nosso outfit. Para isso, trouxemos algumas opções de maquiagem super românticas que podem ser usadas em encontros diurnos e noturnos.  Vamos conferir?

Maquiagem para a noite: Selena Gomez no Billboard 2012.
 

Olhos pretos esfumados, pele bem iluminada, blush rosinha nas maçãs e boca nude apenas com um ponto de gloss no centro, dando um toque de brilho.  Os cílios mais volumosos completam o look que é simples, mas perfeito para ser usado à noite.

Maquiagem para a noite: Adele, Oscar 2013.
 

            A sempre diva Adele usou esta maquiagem para receber sua estatueta na festa do Oscar 2013. Sombra clarinha com côncavo bem marcado, delineado com puxadinho e cílios postiços longos e dramáticos, foram acompanhados por um batom em um tom lindo de vermelho. Nas maçãs apenas um contorno suave e um iluminador discreto.

Maquiagem para o dia: Alexa Chung, Grammy 2013.

            Para aquelas que não dispensam o batom vermelho uma boa dica é usar um tom mais aberto, com um pouco de laranja na composição para as produções diurnas. Nesta make, foi usado um batom vermelho alaranjado, sombra marrom no côncavo, lápis branco na linha d’água para aumentar o olhar e cílios bem alongados.

Maquiagem para o dia: Jennifer Lawrence, Oscar 2013.
 

            A nossa última sugestão de maquiagem para o dia, é apostar em uma pele com cobertura leve, olhos com um esfumado discreto, lápis branco na linha d’água e cílios com muito volume.  Na boca apenas um gloss nude para dar um pouco de brilho.

Inspirem-se, adaptem, criem! Muito amor para todas vocês.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Enfim, Lollapalooza!



O Lollapalooza é um festival de música que apresenta uma diversidade de estilos musicais e tem ganhado destaque diante dos vários festivais que ocorrem mundo a fora. A primeira edição do festival no Brasil aconteceu em 2012 com a presença de bandas como Arctic Monkeys, MGMT, Foster the People e Dj’s como o Skrillex e Calvin Harris. A segunda edição do Lollapalooza ocorreu esse ano, nos dias 29, 30 e 31 de março. Bandas como The Killers, Pearl Jam, Two Door Cinema Club, Franz Ferdinand, Queens of the Stone Age, Kaiser Chiefs, Hot Chip, dentre diversas outras bandas internacionais e nacionais, animaram o festival desse ano.


  
O festival foi transmitido pelo canal Multishow, contudo a banda Pearl Jam não autorizou a transmissão de seu show. Cumprindo a política da banda, Eddie Vedder não liberou a transmissão do evento. Porém, após negociações com a banda o canal conseguiu que o show fosse exibido na íntegra nesse sábado (6).
Um dos shows mais aguardados pelo público foi o de The Killers, que aconteceu no primeiro dia do festival. A banda fez valer a pena a expectativa e arrasou, com o Brandon Flowers levando as fãs ao delírio. Logo abaixo está um trecho do show de The Killers, essa música me arrepia... *_*

  


Outra coisa que me marcou, enquanto eu assistia o show do Kaiser Chiefs, foi o novo look do vocalista, Ricky Wilson, que estava bem mais magro. Incrível a presença de palco dele, foi animação geral e claro que não poderia faltar o clássico "Ruby, Ruby, Ruby, Ruby... Oh Ooh Oh Ooh Oh Ooh...".


                                            


A lotação do Jockey Club, em São Paulo, confirma o sucesso da edição brasileira do festival Lollapalooza. Bandas de indie rock levaram a plateia a loucura durante o evento. E ao acabar a edição de 2013, de imediato, todos já imaginam e opinam quais bandas deveriam comparecer ao evento do ano seguinte.
 
Eram tantas as bandas que eu admiro e que fizeram parte do festival, que provavelmente só me satisfaria se postasse pelo menos um vídeo de cada uma. Então, para quem não assistiu pelo Multishow ou quer rever esses shows maravilhosos do "Lolla", é só acessar o YouTube e procurar os vídeos. Agora vocês me dão licença que eu estou louca para assistir, de novo, o show do Two Door Cinema Club. Beajs!


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Por um mundo com mais chocolate!

Quando um filme tem algo diferente e fica marcado na lembrança, é provável que ele tenha tirado você do lugar e te levado a outro mundo. Quando o espectador em questão é uma criança, o efeito pode ser maior ainda! Para quem assistiu A fantástica fábrica de chocolate (Willy Wonka – The Chocolate Factory, EUA , 1971) essa sensação é familiar. Nesse mundo desejar é poder, e isso, jovens e velhos adultos, vale muito.  


Sem querer tirar o mérito de Tim Burtom com o remake de 2005, o filme original que não possuía todos esses efeitos gráficos ganhou mais com isso. Me impressiona um universo criado por computador? Sim. Mas um rio de chocolate de verdade me impressiona muito mais. O filme original leva a crer que tudo é possível e isso não se faz com bytes.  

Deixando de lado esta questão que rende muito pano pra manga, o filme conta a história de Charlie Bucket (Peter Ostrum), que é um menino pobre e encontra um dos cobiçados "bilhetes dourados" que dão direito a um carregamento vitalício de chocolates Wonka, além de poder conhecer a misteriosa fábrica de chocolates. Ele e mais quatro crianças passeiam pelo lugar, mas Willy Wonka (Gene Wilder), o dono da fábrica, não parece ser tão doce assim. As crianças, ao mesmo tempo em que mergulham de cabeça nos seus desejos, pagam um preço por isso.

Com nada mais, nada menos que Gene Wilder como Willy Wonka, dono da fábrica que tem uma personalidade no mínimo curiosa, cada segundo na tela vale a pena. Dos gestos ao olhar: tudo encaixa perfeitamente no plano.


O filme original de 1971 realmente encantou crianças e adultos por todo o mundo. A obra de direção de Mel Stuart não só conseguiu impressionar visualmente através de uma realidade comestível, como emocionalmente com um enredo que só se mostra infantil até certo ponto, e critica questões pertinentes na época como a educação dos filhos (que ainda vale pra hoje). Prender a atenção de crianças não é fácil, e causar nostalgia em adultos também não é tarefa lá muito mole de fazer. No vai e vem dessa história, o elo entre Charlie e seu avô valem ouro do início ao fim do filme. Deixo aqui meu manifesto, se assim posso chamar, por um mundo com mais chocolate, mais imaginação e mais amor. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Receita Santa!

Com atraso, mas ainda em tempo... A semana santa tem sempre um "pé" na cozinha com receitas doces e salgadas que dão água na boca. Esta aqui é uma versão de bacalhau feito no forno! Acompanhe:





Bacalhau da Semana Santa

01 Kg de Bacalhau em lascas
01 Lata de Milho verde
02 Cebolas média bem picadas
02 Pimentões médio bem picados
02 Tomates médio bem picados
Coentro e cebolinha a gosto
04 Batatas grandes
01 Vidro de leite de coco
1/2 cx de creme de leite
500gr de queijo

Como faz, amiga?? 

1º - Coloque as lasca de bacalhau em um recipiente e cubra com água, retire a água após 15m e repita este processo até que o mesmo perca o excesso de sal.

2º - Refogue as cebolas picadas, junte os pimentões, os tomates, o coentro, a cebolinha,  o milho e deixe dourar bem. Misture com o bacalhau já desfiado e deixe ferver. O bacalhau vai começar a soltar água nesta fervura, mas após uns 15m essa água já vai estar reduzida. É nessa hora que você deve acrescentar o leite de coco, o creme de leite, e 200gr de queijo ralado. Deixe ferver por mais 15m, até formar um creme mais consistente.

3º - Unte a forma e coloque o bacalhau. Sobre ele coloque as batatas que já haviam sido cozidas em rodelas e cubra com lasca de queijo. Leve ao forno por 10 minutinhos e é só se deliciar!!!


terça-feira, 19 de março de 2013

É tipo comédia romântica. Só que não


Tem um bonitão, uma bonitona, problemas de relacionamento e uma reviravolta. Parece uma comédia romântica daquelas com final em aeroportos, declarações melosas e irreais, mas se é isto que você espera de O lado bom da vida (Silver Linings Playbook, EUA, 2012) vai se decepcionar (pra melhor).



A categoria é drama, o pôster é de comédia romântica, mas eu prefiro chamar de comédia dramática, um gênero que mostra o equilíbrio entre a profundidade do drama e as pinceladas sutis da observação do diretor sobre a vida (que pode ter alguma graça afinal).

A trama gira em torno de Pat Solatano (Bradley Cooper), um cara que perdeu tudo - casa, trabalho, e esposa. Ele agora vive com sua mãe (Jacki Weaver) e o pai (Robert DeNiro), depois de passar oito meses preso numa instituição para tratamento. Decidido a reconstruir sua vida, ele acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado recente e até reconquistar a ex-esposa. É nesse cenário que Pat conhece Tiffany, uma jovem mulher que após a morte do marido também não é considerada alguém em seu estado perfeito. 



O Lado Bom da Vida recebeu oito indicações ao Oscar 2013, incluindo melhor ator para Bradley Cooper e melhor atriz para Jennifer Lawrence. Como já sabemos, ela levou o Oscar, tropeçou ao subir no palco, blá blá blá... Mas será que realmente esta atuação merecia a estatueta? 

Em Inverno da alma, a moça já tinha mostrado grande talento e, em seguida, virou a queridinha do gênero blockbuster com Jogos Vorazes, mas talvez ela tenha recebido reconhecimento por uma atuação que ainda não atingiu sua melhor fase. Este filme parece ser um daqueles casos em que a academia supervaloriza uma produção. 




Já Bradley Cooper, que ganhou fama pela comédia Se beber, não case ( The Hangover) parte I, II e III ( em produção), além de estrelar outros papéis de ação, ficou mesmo marcado no Brasil pela veia da comédia. Neste papel, porém, Cooper mostra total capacidade de interpretar um personagem mais profundo e psicologicamente frágil.

Neste longa dirigido por David O. Russell ( de "O Vencedor") é difícil apontar, entre os personagens, alguém realizado, sem distúrbios bipolares ou TOC. Mas, como anuncia o título, estão todos em busca da felicidade. O filme é uma adaptação do livro de mesmo nome do autor Matthew Quick, que acredito, vale a pena ser lido.



Quem faz

O Conversa de Pijama é um encontro de 4 amigas. Aqui a gente escreve que gosta, o que não gosta e o que quer dizer... É uma forma de continuar sentindo que as garotas do ensino médio ainda estão aqui,mas crescendo aos poucos.
Tecnologia do Blogger.