As preocupações com o peso, a carreira
e com os homens estão entre os itens mais comuns na lista escrita ou mental de
qualquer mulher. Não, na estou reduzindo nossa vida inteira a isso. Sim, estou
assumindo que isso me preocupa também. E a quem não? O diário de Bridget Jones (Bridget
Jones's Diary, 2001, EUA) não se perde no mero sentimentalismo e abraça de forma engraçada o
universo feminino.
Já não se pode dizer o
mesmo da continuação do filme (e livro homônimo) com título: Bridget Jones: o
Limite da Razão (Bridget Jones: the age of the reason). O
espírito atrapalhado da protagonista se perde no meio de uma bagunça e se
transforma em vergonha alheia. Uma pena. E vem mais por aí! A terceira parte da
série chegará às livrarias em novembro, mesmo mês de lançamento em português no
Brasil. O negócio é esperar pra ver. Mas
é para elogiar o primeiro filme que estou aqui.
A escolha dos atores é certeira: o
conquistador e perfeito homem errado é interpretado de forma impecável (e
charmosa) por Hugh Grant, já a personificação do homem bom, educado, porém
quente, é feita por Colin Firth (o eterno galã de Orgulho e Preconceito). E o
que dizer de Renée Zellweger? Qualquer mulher que engorde para interpretar um
papel e o faça desta forma merece o meu respeito!
O Diário de Bridget Jones é uma
comédia tipicamente britânica em seu humor, mas que atrai principalmente pela
sua simplicidade que faz os espectadores pensarem que as situações retratadas
na tela se parecem, e muito, com sua própria vida.



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